Diferenciar química e tesão, presta?!
Tesão é excitação, tesão é de Marte.
Química é excitação com afinidade, química é de Vênus.
E eu tô pegando o primeiro foguete pra Saturno, pra ver se lá eu tenho mais sorte!
A filosofia que nasceu de uma conversa com a minha deBscasada preferida, sobre “os imprestáveis com quem a gente se envolve” e “os imprestáveis que nos tornam imprestáveis” resultou nas tais teorias: você pode morrer de tesão por alguém e não ter a mínima motivação de dividir outras ideias e outras emoções além de relações prazerosas sem fins reprodutivos. Ou ainda, você nunca ter sequer beijado alguém e pressentir (o que não garante, pelo menos, até o dia do test drive) que a química é boa!
Partindo desse princípio e contextualizando na nossa cultura padronizadamente machista, se você, mulher direeeeeita, não tiver química nenhuma com o cara, pode dar (ui!) de primeira e não se fazer de rogada! Certo? Eu, muito moderninha e doida de vontade de intercalar com o meu cúmplice chuchu (chuveirinho de banheiro para os menos íntimos!), com um imprestável boa pinta (maldita ambiguidade!), andei nas nuvens no momento das atividades, mas foi só o cara abrir a boca que eu deprimi! Ele até que não conversava muita bosta não, era eu mesma que fiquei com abusinho do jeito dele! Acontece... juro que me esforcei, mas nesse caso, realmente promover de peguete a namorado? Peeeeeeeeeen! Fora de cogitação!
Não que a química não possa aparecer depois... Mas a principio, Carpe Diem a nós todos que merecemos!
Continuação teórica: se você tem uma sintonia incrível com um tal imprestável, intuitivamente você supõe que, se tivesse algum tipo de conjugação carnal, a química seria uma consequencia certeira? Peeeeeeeeeeen... Resposta errada! Eu, cheia de intuição de uma mulher carente, mais confusa que GPS com defeito, já achei o cara certo com o beijo errado.
Entãaao, conclui-se que: não existe química sem tesão! Mas existe tesão sem química! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!! Juro que após essa grande descoberta, eu estou à espera dos confetes caírem na minha cabeça e o apresentador do programa chegar pra me entregar um disco de ouro! E quando eu recebesse, iria agradecer dizendo como frase de efeito “a química é uma evolução do tesão”, esperando aplausos e gritos frenéticos do auditório!
Olha só o roteiro das viagens:
CHECK IN 1: O tesão sumiu e por ter existido química sempre... a química se confunde com admiração, carinho e respeito. E nessa confusão ela é tudo, menos química!
BAGAGEM: Típico de relacionamentos com mais de 2 anos
EMBARQUE: É quase certo que haja traição, ou vontade de traição, pelo vazio da lacuna tesão.
Numa outra cabine...
CHECK IN 2: Nunca houve química, mas o tesão compensa.
BAGAGEM: Típico de relacionamentos muito recentes, geralmente a carência física fala mais alto em roteiros como esse.
EMBARQUE: Apesar de poder ser delicioso, geralmente o tempo faz um dos lados enjoar daquele vucu-vucu meio prostituto.
...
DESEMBARQUE: QUÍMICA NÃO É AMOR... É TESÃO COM AFINIDADE! TESÃO NÃO É PAIXÃO... É PURO DESEJO FÍSICO!
E isso aêêêê!!! E a partir de hoje, só aceitarei dinheiro, amor ou chantagens emocionais de imprestáveis completos! E tenho dito! (queria muito ter palavra!)
Se bem que um dia desses, eu gamei por um “incompleto” nas partes baixas (Naaaaaaaaaaaao! Eu aindaaaa não ando saindo com operados! Era de nascença a falta de um do que deveria ser dois, dos elementozinho quase sem importância no fim das contas, já que a química compensava).
Nunca soube se química sem tesão prestava, e nem nunca soube se tesão sem química prestava... O jeito é continuar experimentando! Vida tiraaaaaaaaaaaaana!





























